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Uma Luz no Magistério Ponfical
“A Força do Espírito Santo na Missão do Papa”.
Para observar, e refazer o percurso do seu desenrolar histórico, é preciso que se faça uma breve caminhada de sua experiência cristã exemplar, carismática, oferecendo elementos de um personagem já distante no tempo, onde convergem e se reúnem razões do coração e da inteligência; devoção popular, paixão para o diálogo, ousadia para a renovação teológica e pastoral. Sua bondade e coragem foram marcantes, e o exemplo disso foi o fato de ter dito à Igreja uma palavra que causava medo: é preciso ter diálogo para obter a paz. Não será atrevimento em o intitular “O Homem Da Paz” pois se empenhou em promove-la no mundo.
Com seu jeito de ser, João Paulo II colaborou para que os cristãos se sentissem realmente povo de Deus, como irmãos, como filhos do mesmo Pai bondoso. Ele fez com que todos percebessem a importância da liturgia, da palavra de Deus, da solidariedade com as alegrias e esperanças de todos os homens, do amor e do perdão recíproco com os irmãos de outras religiões e conduziu a Igreja na fraternidade, na comunhão e na colegialidade. Foi um homem que saiu dos arredores de Roma e visitou muitos países. Os povos viram nele um reflexos do amor de Deus e chamou-o o Papa da paz. Sustentava-o um profundo espírito de oração, e a sua pessoa, levava adiante este grande desejo da Igreja de ser aquela que tem como principio levar a paz até os confins da terra, irradiava a paz própria de quem confia sempre no Senhor.
Assim o Papa João Paulo II, de origem polonesa, cativou o povo com seu olhar atento às questões sociais dos tempos modernos e também pelo seu modo de ser bondoso e afável.
Não dava para ficar indiferente quando o Papa, dizia diante das câmeras de tv que dedica seu tempo em promover a paz e fazer com que o reino de Deus avance por águas mais profundas em direção aos povos do terceiro mundo. Para isso basta rever as imagens da multidão aglomerada por todos os lugares onde ele esteve. O que mais vale na vida é levar Jesus Cristo luz, à sua Igreja, o seu Evangelho, e a verdade de Maria, que por inspiração do Espírito Santo nos deixou o quarto mistério do Rosário, onde se medita a vida pública do Cristo. Neste entusiasmo levou consigo crianças, jovens e idosos.
João Paulo II permanece na lembrança de todos, com seus braços abertos como sempre fez ao chegar em suas visitas e com um gesto de amor, beijar o solo que o acolhia. E com este gesto mostrar ao mundo moderno o testamento do Senhor, formulado naquelas palavras pronunciadas com divina solenidade, as mãos estendidas rumo aos confins do mundo, isso para anunciar o amor, a paz, o Evangelho em sua maneira de se deixar ser guiado pelo Espírito Santo.
João Paulo II, um cristão que ocupou a cátedra de Pedro, onde apresentou ao mundo que a vida cristã tem sentido quando vivida com simplicidade, antes e acima de qualquer outro objetivo. Esse jeito de amar o levou a ser conhecido como o Papa do amor. Sem dúvida, foi o traço principal de seu testemunho, fazendo com que as pessoas também percebessem e sentissem o amor e a ternura de Deus. O amor, no entanto, era acompanhado por uma extraordinária coragem. Seu trabalho em prol da Paz internacional e da adequação da Igreja aos novos tempos despertou admiração mundial e o transformou numa das maiores personalidades deste século.
Veja Origens Bíblicas do Papado
Dc. Carlos Fermino de Paulo e Sônia Stefani