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Um Órfão que Virou Papa

 

Carlinhos, sentado debaixo de uma árvore que projetava no chão uma sombra refrescante, estava lendo um livro intitulado “Um órfão que virou Papa Começava assim.“ Na cidade de Wadowice, na Polônia, no dia 18 de maio de 1920, nasceu um menino que recebeu o nome de Karol, filho de Karol Wojtyla e Emilia Kaczorowska.

Desde pequeno, seus pais o ensinaram a rezar, a amar o Papai do céu, a ter devoção à Nossa Senhora. Todos os domingos Karol ia com seus pais à missa.

Esses ensinamentos o ajudaram a aceitar sem revolta a morte de sua mãe quando tinha apenas 8 anos de idade e também quando com 21 anos, perdeu seu pai.

Ele gostava muito de teatro, de escrever poesias e de esquiar. Era um rapaz alegre, piedoso e pronto a ajudar aqueles que precisavam de auxílio. Quando completou 22 anos, sentiu que Deus o chamava para o sacerdócio. Após completar o Curso de Teologia, ordenou-se sacerdote em 1946, na cidade de Cracóvia.

Exerceu o sacerdócio de uma maneira muito bonita. Acolhia as pessoas sempre com um sorriso. Interessava-se pelas necessidades dos seus paroquianos e assim construiu um caminho que o levou a ser bispo, depois arcebispo e em 1967 foi nomeado cardeal. E sabe o que aconteceu em 1978? Ele foi eleito PAPA, com o nome de João Paulo II. Foi um verdadeiro Pastor. Visitou vários países, inclusive o Brasil;. Cada vez que descia do avião, fazia um gesto humilde: abaixa-se e beijava o chão. Católicos e não católicos tinham por ele um grande respeito Morreu no dia 2 de abril de 2005. João Paulo II, será sempre lembrado com muito carinho“.

Assim terminou o livro. Carlinhos fechou os olhos e ficou imaginando a figura do Papa que abençoava a todos, que mesmo doente levava a paz de Jesus para as nações que visitava. Fechou o livro e agradeceu a Deus por ter permitido que durante 26 anos, ele fosse o Pai e Pastor da nossa Igreja.

Tia Cidinha